O Grande Livro dos Mangás
By : UnknownO mais completo livro sobre mangás já publicado no país
Autor: Alfons Moliné Formato: 17cm x 23,9cm 226 páginas Preço: R$ 39,00 Desde a década de 80, quando os primeiros mangás chegaram ao Brasil, os quadrinhos japoneses conquistaram legiões de fãs no país. Apesar disso, não havia no Brasil nenhum “guia de mangás”, que servisse de fonte de consulta tanto para aqueles que ainda estão começando a entrar em contato com os quadrinhos quanto para os admiradores de longa data. O Grande Livro dos Mangás, o novo lançamento da Editora JBC, chega exatamente para preencher essa lacuna. Ele chega às livrarias, lojas especilizadas e à Loja JBC no dia 11 de outubro. Fruto de anos de leitura e pesquisa sobre o assunto, O Grande Livro dos Mangás foi escrito por Alfons Moliné, o maior especialista em quadrinhos japoneses da Espanha. Quando publicado, em 2002, tornou-se um grande sucesso entre os fãs espanhóis de mangá e logo a fama do livro chegou até outros países, tornado-se obra de referência em todos os mercados de língua espanhola. O que torna O Grande Livro dos Mangás tão especial é sua abrangência. Alfons Moliné conseguiu organizar em um único volume informações que nunca haviam sido compiladas, como a história dos mangás desde suas origens no Japão do século XI até sua difusão pelo mundo, abordando separadamente e com profundidade a inserção dos quadrinhos na Europa, Estados Unidos e América Latina, incluindo o Brasil. O Grande Livro dos Mangás também traz textos que analisam as diferenças entre as narrativas dos quadrinhos ocidentais e orientais, explica os vários gêneros de história e até se arrisca a fazer um prognóstico de qual será o futuro dos mangás. Já a segunda parte de O Grande Livro dos Mangás é o mais completo guia de títulos e autores de quadrinhos japoneses já publicado no Brasil. São apresentadas 101 fichas dos principais mangás, com título em português, em japonês, data e revista em que foram publicadas pela primeira vez, nome do autor, gênero e sinopse completa de cada obra. Para completar, há uma biografia para cada um dos 101 autores mais importantes do Japão. Para enriquecer ainda mais essa obra, O Grande Livro dos Mangás traz um glossário que explica os principais termos utilizados no mundo dos mangás, além de uma extensa bibliografia e um guia com os websites mais completos sobre o assunto. O Grande Livro dos Mangás é a mais importante obra sobre mangás já publicada no Brasil. Além de esclarecer tudo que os fãs sempre quiseram saber sobre os quadrinhos japoneses, a obra assinada por Alfons Moliné também é uma importate ferramenta para quem não conhece os quadrinhos japoneses e quer saber o que é esse fenômeno que invade todo o mundo. Para qualquer pessoa que se disponha a ler um mangá, o livro traz informações essenciais para melhorar a compreensão dos quadrinhos orientais. Já para aqueles que se interessam pelo Japão, o livro fornece elementos que ajudam a entender a mentalidade nipônica através dessa forma de arte.Sobre o autor Alfons Moliné é um dos mais respeitados jornalistas especializados em HQs e animação da Espanha. Entre suas principais colaborações estão uma vasta quantidade de artigos sobre mangás para as principais editoras de seu país e para algumas das principais publicações americanas, inglesas, francesas e belgas sobre o assunto. Tamanho conhecimento sobre HQs japonesas lhe valeu, entre 92 e 96, uma seção especial, a Manga Mania, para explanar sobre o assunto nas páginas da versão espanhola de Dragon Ball. Além de pesquisar sobre mangás, Alfons ainda é tradutor de HQs francesas, italianas e americanas para o espanhol. Também é professor de História do Cinema de Animação na escola Fak d’Art, de Barcelona. Como animador, participou de “Fievel vai para o Oeste” e “As Trigêmeas”. Entre os mangakás (autores de mangás) que Alfons Moliné mais admira estão Osamu Tezuka (A Princesa e o Cavaleiro), Hayao Miyazaki (A Viagem de Chihiro) e Rumiko Takahashi (Inu-Yasha).
Quando surgiram os primeiros mangás e animês?
By : UnknownO termo mangá surgiu em 1814, nos hokusai mangá, que trazem caricaturas e ilustrações sobre a cultura japonesa. Já o mangá moderno tem influência dos cartuns ocidentais e de quadrinhos clássicos da Disney; e é basicamente uma criação de Osamu Tezuka, com Shin Takarajima (”A Nova Ilha do Tesouro”), de 1947.
A obra de Tezuka definiu as características do mangá, como expressões faciais exageradas, elementos metalingüísticos (linhas de velocidade, grandes onomatopéias etc.) e enquadramentos cinematográficos para aumentar o impacto emocional. O artista falecido em 1989 foi tão influente que é chamado de Deus Mangá.
Na animação, apesar de haver desenhos anteriores produzidos no Japão, Tezuka é considerado o fundador da indústria, com obras que marcaram a cultura nipônica. Astroboy, em 1963, foi a primeira série animada da TV japonesa com história contínua e personagens recorrentes. Outros trabalhos do autor, como Kimba, o Leão Branco e A Princesa e o Cavaleiro, ajudariam a definir, em técnicas narrativas e de animação, o que hoje é tão reconhecido nos animês.
E no Brasil?
O primeiro mangá lançado aqui foi Lobo Solitário, em 1988, pela Cedibra, mas adaptado para a leitura ocidental. Isso invertia as artes originais e quase todos os personagens viravam canhotos. Só quando a Conrad lançou Dragon Ball, em 2000, os mangás passaram a sair no seu formato original, e lidos “de trás pra frente”. Já os animês chegaram nos anos 60 e é difícil precisar qual foi o primeirão. Na leva inicial vieram Homem de Aço, Oitavo Homem, Ás do Espaço, Zoran e outros.
Qual o manga é o anime de maior sucesso no Brasil?
Os animês são exibidos no Brasil há mais de 40 anos, e séries como Don Dracula, Piratas do Espaço, Menino Biônico e Sawamu colecionam fãs. Mas o maior fenômeno foi Cavaleiros do Zodíaco, que, sozinho (e sem esta pretensão), gerou em 1994 o boom dos desenhos japoneses que ecoa até hoje.
A série virou referência, foi reprisada muitas vezes, rendeu muito merchandising e fez outras emissoras, além da finada Manchete (que o exibia), apostar nos animês.
Nos mangás, Dragon Ball Z, da Conrad, continua insuperável. Goku, que já era famoso pelos games e pelo animê, vendia mais de 100 mil exemplares quinzenais no auge.
Qual o tamanho desta indústria no Japão?
É difícil precisar a produção de mangás, mas sabe-se que os quadrinhos representam cerca de 40% do que é impresso no Japão e em 2006 movimentaram mais de 4 bilhões de dólares é o maior mercado do mundo, com cerca de 750 milhões de exemplares vendidos.
Os maiores mercados estrangeiros para os mangás são os EUA (mais de 200 milhões de dólares em vendas), França e Alemanha.
A produção de animês também é extraordinária: a cada ano, os 400 estúdios de animação japoneses produzem mais de 2 500 episódios, numa indústria que movimenta mais de 1 bilhão de dólares.
Como os mangás são publicados no Japão?
As histórias costumam ser publicadas capítulo a capítulo, em almanaques de até 500 páginas (geralmente em papel reciclado), com cerca de 20 séries diferentes e periodicidade semanal ou mensal.
Esses bitelões são voltados para meninos (como a Shonen Jump), meninas (como a Nakayoshi, de Sailor Moon), crianças (como Koro-Koro, de Pokémon), ou adultos (como a Weekly Morning, de Vagabond). Depois de lidos, os japoneses costumam jogá-los no lixo.
As séries mais populares ganham destaque na capa e nas primeiras páginas. Depois que vários capítulos são publicados, a história é republicada em edições colecionáveis conhecidas como tankohon o formato no qual a maioria dos mangás sai no Brasil.
Como se produz um mangá?
Primeiro, os editores dos almanaques estudam a preferência dos seus leitores. Afinal, a revista precisa de variedade. Esse retorno é medido por meio de cupons de pesquisa encartados nas revistas.
Então, editor e autor definem os rumos da história. Em seguida, se faz uma prévia do roteiro e um rascunho das páginas. Assim que são aprovados, começa a correria.
Muitos artistas criam mais de 20 páginas por semana e só conseguem porque contam com vários assistentes, que fazem arte-final, inserem retículas (que dão sombra e volume aos desenhos), cenários e balões.
Quem lêe mangás e assiste animês?
Um dos segredos do sucesso dos mangás é a segmentação. Há histórias para meninos (com ação, valorização do trabalho em equipe e perseverança), meninas (romances e tramas cheias de sentimento), adultos e até donas-de-casa (as mais picantes imagináveis). E para cada público existem vários gêneros: terror, suspense, erótico, aventura etc. Nenhum mercado do planeta tem tantas ramificações. Assim, é difícil encontrar no Japão quem não leia quadrinhos.
Os animês são um pouco menos populares, por diversos fatores. A produção é mais cara um episódio de 30 minutos custa, em média, 100 mil dólares. Os horários de exibição na televisão nem sempre batem com a ocupada agenda dos japoneses. E, por causa do custo elevado, os assuntos tratados nos desenhos não são tão variados como nos mangás. Geralmente, as séries são direcionadas ao público jovem.
A exceção é Hayao Miyazaki, que produz no seu Studio Ghibli longas-metragens para os cinemas. Invariavelmente, cada filme dele é o mais rentável do ano em que é lançado, e animês como Princesa Mononoke, A Viagem de Chihiro e O Castelo Animado, por seu apelo universal, constam entre as dez produções japonesas de maior bilheteria de todos os tempos. São clássicos em todos os sentidos da palavra.
Todo mundo lê mangás no Japão?
Praticamente. Afinal, trata-se de um entretenimento prático e barato. E, numa sociedade em que as pessoas têm pouco tempo para o lazer e lêem muito, é comum encontrar nos trens mangás nas mãos tanto de executivos quanto de crianças.
Além disso, personagens como Doraemon, o gato-robô azul que vem do futuro, são tão populares e tradicionais quanto Mickey Mouse, e aparecem em livros educativos, campanhas do governo e diversos produtos.
Há propagandas das histórias mais famosas do momento em outdoors, estações de trem e até dentro dos vagões. Nas bancas, que, diferentemente do Brasil, só existem em estações de trem e lojas de conveniência, os mangás aparecem com mais destaque do que os jornais e outros periódicos.
Em quanto tempo um mangá vira animê?
Não há um padrão. Nas principais revistas, logo que o mangá desponta, é comprado por um canal de TV. Aí, ganha uma série semanal em horário nobre (entre 17 e 19 horas), que pode ter centenas de episódios e gerar muito merchandising.
Outra via é quando um estúdio transforma um mangá mais cult em longa-metragem ou numa série para DVD ou TV (em horários menos concorridos, como a madrugada).
E ainda rola o inverso: um animê de sucesso gerar um mangá, como ocorreu com Gundam, o robô gigante mais famoso do Japão.
O que é cosplay?
Ocosplay é um dos destaques das convenções de animê e mangá. Trata-se do ato de se vestir como um personagem e, se tiver coragem, encenar alguma passagem da história da qual ele faz parte.
As convenções são tomadas por centenas de cosplayers. Alguns querem apenas se divertir, sem se importarem com a verossimilhança das roupas. E há os que reproduzem fielmente seus heróis e vilões prediletos.
O cosplay surgiu nos EUA, em convenções de Jornada nas Estrelas, no final dos anos 70. Hoje, no segmento mangás e animês, o Brasil se destaca: em 2006, os irmãos Mônica e Maurício Somenzari Leite Olivas “encarnaram” Rosiel e Alexiel, de Angel Sanctuary, e venceram o World Cosplay Summit, um importante torneio mundial.
O que significa otaku?
Otaku é a versão japonesa do nerd, mas um tipo bem específico: aquela pessoa dedicada ao extremo, fanática mesmo por um assunto, seja ele miniaturas de trens ou aviões, tecnologia, seja, o que é mais comum, animês e mangás.
Na rígida e tradicional sociedade japonesa, a expressão tem uma conotação negativa, e ser chamado de otaku normalmente tem algum grau de ofensa. Mas, no Ocidente, a denominação simplesmente serve para identificar quem curte bastante esse hobby. Uma das maiores convenções dos EUA até assume isso no nome: Otakon.
Qual a receita para se criar um manga de sucesso?
Não basta apenas uma boa idéia ou um desenho bacana, é preciso muito mais.
Se atualmente existe uma fórmula de êxito nos mangás, ela está na revista Shonen Jump, que, sob o lema “perseverança, amizade, vitória”, vem criando sucessos mundiais há quase 30 anos. Acompanhe a seguir a “receita” desenvolvida por ela (e seguida por suas concorrentes) no gênero de mangás para meninos.
1. O protagonista
Ao eleger o personagem principal, lembre-se: ele geralmente tem “alma infantil”, é ingênuo, puro de coração, valente e fiel aos amigos. Não desiste nunca e nem teme perigo algum. Exemplos: Goku, Yuusuke Urameshi (YuYu Hakusho), Ruffy, Naruto etc. E ter um visual impactante é fundamental.
2. Objetivos
Nos melhores mangás shonen, o herói é sempre movido por uma grande aspiração, que lhe possibilita mostrar sua determinação e seu valor. Ele quer se tornar o guerreiro mais poderoso do Universo? O maior pirata? O melhor jogador de basquete? Ou o melhor padeiro? (Acredite, isso existe!)
3. Os amigos
Uma lição presente em todos os mangás é o valor da amizade. O que seria de Goku sem Kuririn? Os amigos complementam a personalidade do herói e enriquecem a história. Eles podem até competir entre si, mas é sempre quando atuam lado a lado que superam os maiores desafios.
4. O rival
Nas pesquisas de popularidade das principais revistas, os rivais aparecem sempre no topo. Dois bons exemplos são Vegeta e Sasuke, que fazem Goku e Naruto, respectivamente, darem o melhor de si a todo momento. Um grande rival é quase tão importante quanto um protagonista carismático.
5. O toque do autor
Mas receita nenhuma, por mais tradicional ou inovadora que seja, garante a qualidade ou o sucesso da história. Afinal, cada balão é preenchido com as idéias do autor e, no final das contas, é o talento dele, pessoal e intransferível, que dá sabor à trama e, se for bem-sucedido, cria os clássicos.
Há algum local no Japão destinado à cultura dos mangás?
Nas grandes cidades japonesas, o difícil é justamente fugir dessa cultura. Mas o epicentro do fenômeno está no bairro de Akihabara, em Tóquio. Lá existem dezenas de lojas de mangás (como a Tora no Ana), fliperamas construídos pela própria Sega, quiosques de brinquedos, miniaturas e as mais diversas traquitanas tecnológicas, além de bares e cafés temáticos para todos os gostos e eventos praticamente todas as semanas para o lançamento de diversos produtos, com pocket shows dos artistas favoritos dos fãs.
Essas lojas são todas enormes e ocupam prédios inteiros, com diversos departamentos diferentes. Ou seja, são verdadeiros templos do consumo otaku.
A Asobit City é um bom exemplo. Confira as suas subdivisões, por andar:
Subsolo: jogos de PC e mangás adultos.
Térreo: brinquedos baseados em robôs, principalmente a série Gundam.
Primeiro: videogames e acessórios.
Segundo: brinquedos e modelos baseados em personagens de animês e mangás.
Terceiro: modelos em escala de carros, trens, aviões e outros veículos, inclusive movidos por controle remoto.
Quarto: artefatos para cosplay, camisetas e acessórios com personagens de animês.
Quinto: réplicas variadas de armas, uniformes militares e trajes de caça.
Por que os personagens têm expressões tão exageradas?
Os japoneses têm uma longa tradição de humor baseada em caretas e outras expressões engraçadas a palavra mangá significa “desenhos irreverentes”. Outra explicação vem da herança que os mangás receberam das caricaturas.
Por isso, os mangás e animês desenvolveram uma linguagem própria para as expressões dos personagens. Confira algumas.
Gotinha: significa constrangimento, muitas vezes por causa de alguma coisa bizarra ou “sem noção” que outro personagem faz.
Olhos brilhando, bochechas coradas: encantamento e sentimento de grande alegria.
Veia saltando: indica a fúria de alguém.
Nariz sangrando: é um sinal utilizado para mostrar que o personagem está excitado.
O que mudou na indústria de animês?
Neon Genesis Evangelion, exibido em 1995 e 1996, foi um marco. Com uma trama de suspense nunca vista num animê sobre robôs gigantes, fez grande sucesso no horário nobre. Por isso, os produtores passaram a ousar nos roteiros e rolou um boom de séries para a TV. Foi até criado um horário para exibir séries cults e adultas: tarde da noite e início da madrugada.
Essas séries foram o principal produto de exportação dos estúdios para o Ocidente, o que compensou a queda nas vendas internas o país vivia uma recessão nos anos 90.
Além disso, a produção totalmente digital, que dispensa acetato, tinta e outros materiais e permite a inserção de gráficos 3D nos desenhos, barateou as produções. Esse novo fôlego foi vital para manter a animação japonesa na vanguarda mundial.
Fanzines são importantes no Japão?
É inimaginável para um americano vender um fanzine do Homem-Aranha, Batman ou Mickey. Um advogado logo estaria no seu rastro. Mas, no Japão, a indústria de mangás e o mundo dos fanzines (chamados de doujinshi) convivem harmoniosamente, e um beneficia o outro.
É comum encontrar fanzines de Doraemon, Gundam, Dragon Ball Z, com novas aventuras dos personagens. Há milhares à disposição.
Os autores e editoras não se incomodam com os fanzines, pois suas tiragens de centenas de exemplares não ameaçam as vendas milionárias dos mangás.
Vários autores de sucesso começaram como fanzineiros, para depois serem descobertos pelos caçadores de talentos das editoras.
Já houve encontros de heróis americanos e japoneses?
É comum nos mangás autores fazerem referências não autorizadas a ícones como Mickey Mouse e Homem-Aranha, mas até hoje não rolou nenhum encontro de personagens numa publicação.
O mais próximo que se chegou disso foram japoneses desenharem histórias para a DC (Batman, Superman etc.) e Marvel (Homem-Aranha, X-Men e outros). Hoje, isso nem é tão raro, como comprovam Tsutomu Nihei, do mangá Blame!, que ilustrou a minissérie Snikt!, do Wolverine, e Kia Asamiya, de Silent Mobius, que fez Batman Mangá.
E a contramão também rola: desenhistas do Ocidente têm publicado no Japão.
Anime de Gon só em 2011
By : UnknownGon narra a trajetória do único dinossauro sobrevivente à extinção, e mostra o personagem convivendo com os animais de hoje. O mangá foi criado por Masashi Tanaka e era publicada na revista Morning.
Fonte: http://www.animecafe.com.br/
Soul Eater será exibido na MTV Portugal
By : Unknown
Vale lembrar que a MTV Brasil não costuma exibir animes em sua programação como as outras MTV's, salvo nas excessões em que exibiu Afro Samurai e Desert Punk com pequenas edições nos temas de abertura e encerramento das séries, mas sem cortes e legendados.Soul Eater é um anime com 48 episódios criados por Ookubo Atsushi, que, com muito humor e ação, conta a história de um grupo de amigos (sendo os principais Soul Eater Evans e Maka Albarn) que, são caçadores de almas perdidas e bruxas, com o objetivo de capturarem certo número de almas humanas e uma alma de bruxa para se tornarem "Death Scythes", as armas oficiais do Shinigami-sama, o líder da escola. Eles se dividem em duplas, (em alguns casos em trios) onde um se transforma em uma arma e o outro é o artesão, que maneja a arma para lutar.
Se forem com os episódios legendados e sem cortes, realmente vale a pena que a MTV exiba o anime... Não é mesmo? Agora só falta eles divulgarem datas exatas, horários, se vai ser dublado ou legendado, enfim...).
Fontes de Pesquisa: OtakuPT, MTV Portugal.
Fonte: http://www.animecafe.com.br/
YuruYuri ganha animação
By : UnknownYuruYuri , não contém cenas explícitas, porém as jovens meninas que protagonizam a série adoram se bolinar usando poucas roupas. Tudo isso cria as famosas dúvidas de “será que elas são?”.
A série animada será lançada ainda este ano. A notícia foi publicada no segundo volume do mangá que chegou há pouco no Japão. YuruYuri é criação do mangaká Namori e é publicado na revista Comic Yomiuri Hime S.
Fonte:jbox.com
Fonte: http://www.animecafe.com.br/
Eureka Seven pela Panini
By : UnknownEureka Seven conta a história de Renton Thurston, um garoto que adora praticar Lifting, uma espécie de surf no ar, e tem grande admiração por Holland, que é lider de um grupo de renegados revolucionários chamado Gekkostate. Um dia uma garota estranha usando um mecha invade a oficina onde trabalha, a partir daí Renton decide proteger essa garota, Eureka, e passa a fazer parte do tal grupo de renegados.
Eu não poderia escrever um post sobre Eureka Seven sem colocar uma das músicas que mais gosto, que é tema de abertura da 3ª temporada.
Fonte: http://www.animecafe.com.br/
Novo OVA de Street Fighter
By : UnknownA animação foi feita pelo estúdio Gonzo, o que foi até uma surpresa para mim pois a um bom tempo a empresa vem passando por um fase não muito boa na parte de animações. O responsável pela direção do OVA será Fuminori Kizaki, responsável por Afro Samurai.
Confira o trailer
O game será lançado no Japão no dia 28 de abril e nos EUA um dia antes.
Fonte: http://www.animecafe.com.br/
Bleach - Abertura/Encerramento
By : UnknownAbertura 01
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Abertura 02
Nome da Música: OP 02 D-tecnolife
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Nome da Música: Ichirin no Hana
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Nome da Música: Tonight, Tonight, Tonight
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EM BREVE OS ENCERRAMENTOS
Naruto - Abertura/Encerramento
By : UnknownNome da Música: Rocks
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Abertura 02
Nome da Música: Haruka Kanata
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Abertura 03
Nome da Música: Kanashimi wo yasashisa ni
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Abertura 04
Nome da Música: Go!!!
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Abertura 05
Nome da Música: Seishun Kyousoukyoku
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Abertura 06
Nome da Música: No Boy, No Cry
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Abertura 07
Nome da Música:
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Abertura 08
Nome da Música: Remember
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Lost Canvas Mangá
By : UnknownVolume 01
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